O nosso guião foi elaborado em grupo por José Paulo Sá e João Paulo Barros.
Apesar de nos ter sido proposta uma reflexão pessoal, como o desenvolvimento do trabalho foi sempre realizado por nós em conjunto, achamos pertinente também reflectirmos reunidos, dando cada um a sua impressão daquilo que foi o desenvolvimento deste guião.
Antes de seleccionarmos o tema a desenvolver, analisamos diversos temas na área da informática, onde poderíamos desenvolver um flipcharte e que seria utilizado em contexto de sala de aula no presente ano lectivo. Inicialmente escolhemos o tema de instalação e configuração do Windows Server, mas constatamos que a data de leccionação deste conteúdo não se adaptava ao plano da disciplina de LAE. Após análise de outros possíveis temas a desenvolver e com as indicações da professora Maria João, a escolha recaiu sobre a normalização de tabelas, devido aos seguintes factores:
- Dificuldade dos alunos compreenderem e saberem aplicar os conceitos de normalização de tabelas;
- Inexistência de ferramentas livres de simulação de normalização de tabelas ou de outro software que proporcione interactividade com os alunos.
Achamos que a utilização do ActivInspire poderá ser uma mais valia na abordagem deste tema, porque podemos criar interactividade com os alunos o que não era possível se usássemos os recursos tradicionais.
Decidimos então enveredar por uma abordagem que partisse de casos práticos, o mais possível ligados a situações da vida real, permitindo desse modo que os alunos deste nível (11º ano do curso profissional de GPSI | Módulo 10 da disciplina de Programação e Sistemas de Informação) pudessem acompanhar, pudessem perceber sem terem muitos conhecimentos nesta área e que por outro lado o exercício pudesse também prender a sua atenção e que ele pudesse intervir. Pretendemos assim que os alunos pudessem ir seguindo um raciocínio lógico orientado para dedução das regras de normalização, analizando também vantagens e desvantagens das estruturas que se forem desenvolvendo.
Relativamente à revisão blibliográfica, sentimos dificuldade em arranjarmos bibliografia sobre a utilização de software de quadros interactivos, que nos ajudassem a dar suporte na escolha do tema a abordar. Encontramos bibliografia para outra áreas, enquanto que na área da Informática não encontramos nada.
O desenvolvimento da estrutura do flipchart foi um trabalho moroso, mas sentimos que foi útil, pois fomos apurando consecutivamente a nossa abordagem, permitindo o aperfeiçoamento da estrutura.
Um Bom Ano Novo
João Paulo Barros
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